terça-feira, 31 de maio de 2011

escolas






E screvendo sua história
S ob
C onceitos multifacetados
O nde todos se fazem e buscam
L ições
A sseguram-se os professores
S agrado sacrifício da missão...

Será que conseguimos escrever o ABC das escolas, vamos tentando...
Arino Bressan
Borboleta Azul
Cantinho da alegria 
D...









 

um pouco de historia

"Vem, vamos embora \que esperar não é saber\ quem sabe faz a hora\não espera acontecer"

Greve

A greve é um fenômeno social, condicionada por fatores sociais, políticos e econômicos, caracterizada como meio de pressão contra o empregador para obter uma reivindicação de interesse coletivo.
O seu conceito é muito amplo e ao mesmo tempo controvertido, segundo a sua trajetória que data no inicio de 650 a. C.
ORIGEM
A palavra "greve" é de origem francesa, de "grève", que significa "não trabalho" em função de paralisação determinada por trabalhadores, em luta por melhores condições de trabalho e salário.
Conta-se que no século passado, os trabalhadores franceses tinham por hábito reunir-se na "Place de l’Hotel de Ville" a procura de emprego, porque lá os empregadores costumavam oferecer o trabalho. Defronte ao hotel, havia uma praça, local onde havia manifestações paredistas, encontros, comunicações gerais, ordens e orientação (similar a nossa Praça da Sé), e estava (e ainda está) situado às margens do Rio Sena (se comparado, seria o mesmo que o Rio Tietê, aqui em São Paulo) exposição de detritos, sujeira e um insuportável mau cheiro. No francês popular dava-se a tais restos malcheirosos a denominação "gravè". Como ali também era chamado "o detrito social de uma Paris que se esvaía", em função do gravè e também do humano que sempre lá era encontrado, acabou por ser conhecida, popularmente como "Place de la Gravè".
Com o passar do tempo, o local ficou conhecido como "grève" que significava originalmente, procurar trabalho, estar sem emprego. Mais tarde e atualmente, tem significado de não trabalho em função de paralisação determinada por trabalhadores, em luta por melhores condições de trabalho ou de salário.

Histórico:
Os movimentos paredistas e reivindicatórios, datam em épocas primitivas, segundo o episódio bíblico narrado no Êxodo (capítulo V), referindo-se a dos trabalhadores egípcios no Primeiro Império e mais as que repetiram, ao depois, entre os que laboravam na construção da pirâmide de Ramsés III, que teria uma similitude com a resistência às más condições de trabalho que obrigavam Moisés a orientar e liderar da fuga do país da escravidão. Outros fatos grevistas da pré-história do Direito do Trabalho, são registrados, tais como: o dos mineiros de "Sunium e Laurium", 650 a. C.; as reivindicações da plebe romana, século V a. C.; e mais as atitudes de rebeldia e sedição eclodidas em 997, na Normândia, e em 1.008 e 1.024 na Bretanha.
No Brasil, as primeiras bases de greve aconteceram no período de 1.602 e 1.644, com as rebeliões de escravos ocorridas em vários Estados da federação, principalmente na Bahia, Minas Gerais e Alagoas, como os quilombos e os mocambos; em Mato Grosso, aponta-se o Quilombo de Calot, não podendo ser esquecido o episódio da "Balaiada" em 1.837; e o importante Quilombo de Jabaquara, formado em São Paulo, na Serra do Cubatão, próximo a Santos, em 1.888, às vésperas da abolição do cativeiro, com o apoio de célebres abolicionistas, tais como Antonio Bento, Luiz Gama, Silva Jardim e outros.
Por outro lado, deixando de lado os movimentos citados de ordem sociológica, a primeira greve efetivamente registrada no Brasil teria sido em 1.858, tendo os gráficos cariocas (Jornal do Commercio, do Correio Mercantil e do Diário do Rio de Janeiro) reivindicado a melhoria salarial e não atendido pelos proprietários do jornais. A cidade amanheceu sem jornais. Deste marco em diante, foram registradas várias greves, dentre as quais: dos ferroviários de Barra do Pirai, em 1.863; dos caixeiros do Rio de Janeiro, em 1.866; dos ferroviários da Central do Brasil, em 1.891; dos estivadores do Rio de Janeiro, em 1.900; e a dos sapateiros, ainda em 1.900, que durou 2 meses de greve. Em 1.978, notadamente no ABC paulista, um outro marco da história de greves, com a explosão de inúmeros movimentos grevistas nas indústrias de automotores. 



Ueeeeeeeba! Primeira dia de greve dos professores municipais, Tubarão, vejam como estão as salas de aula...

vereadores

Câmara de Vereadores de Tubarão
Nesta tarde de terça feira, os professores reuniram-se com os senhores vereadores Dionisio , Deka, Evandro, Jairo, João entre outros para pedir-lhes apoio quanto a reinvidicação da categoria.

Estranho momento em que sr. Dionisio Bressan apresentou a todos (como se fosse novidade ou mostra de ter feito a lição de casa ) o video da professora portiguar Amanda Gurg el.

Fora tal episódio,o encontro foi mto importante , pq o professorado soltou o verbo uma vez mais nos mostramos. "Brasil mostra a tua cara\quero ver quem paga pra gente ficar assim\...Confia em mim, Brasil!"

greve municipal dos educadores




HUELGA, STRIKE, GREVE!
A onda dos educadores, que a diga Amanda Gurgel,

O descaso com a Educação Pública e de Qualidade e o Desrespeito e a Desvalorização do Professor
chegou até tubarão e não é por acaso,

pois  é histórica nossa indignação,  insatisfação, descontentamento, decepção, frustração e intolerância...
Mas antes de ser professores somos educadores, portando não podemos continuar assim!
Enfim, a greve!
Chega de omissão,submissão, banalização e tantos outros ãos!
Somos   intrépidos, destemidos, audaciosos, perspicases,  educadores sindicalizados e lutamos pelo piso salarial nacional (entre outras coisitas)
que é lei, é de direito, é legal, é fato!