(rolando, mesmo, vai de rolo e de barriga) pelo estado quanto o movimento dos profes estaduais, cujo governador (desgovernado, diga -se de passagem), Colombo.
01 de Junho de 2011 - 13:46
Governador reúne-se com o ministro da Educação na tarde desta quarta em Brasília
Brasília - Julia Antunes
O pagamento do reajuste salarial dos professores da rede estadual, prometido para a folha de maio, não saiu e vai ser feito somente no final deste mês.
A justificativa do governo foi que a medida provisória (MP) que prevê alteração dos valores foi assinada pelo governador em exercício, Eduardo Pinho Moreira, quando a folha de maio já estava rodando e não era mais possível alterar. Apesar de já ter validade, líderes da base governista apostam em novas negociações antes de a MP ser votada.
De acordo com a assessoria da Secretaria de Estado da Educação (SED), os valores serão pagos em junho, retroativos a 23 de maio, data de assinatura da MP.
Enquanto isso, a medida continua tramitando na Assembleia Legislativa (AL). Ela não será retirada da votação, mas não há pressa para se fazer isso. A afirmação é do presidente da AL, Gelson Merísio.
— Ela já está valendo, mas não há pressa para votá-la. O prazo ainda pode ser estendido. É preciso negociar — ressaltou.
Isso é o que também defende o líder do PSDB, deputado Dado Cherem. Nesta terça-feira, líderes da base governista tomaram café da manhã com o governador Raimundo Colombo. No encontro, Colombo expôs a falta de dinheiro para atender a reivindicação dos professores, que querem a aplicação do piso para toda a carreira.
— A medida vai ser votada, mas isso não será feito a toque de caixa. Queremos que seja decidido o melhor para todos — observou Cherem.
A MP tem 60 dias para virar lei. Se achar necessário, o Estado pode pedir mais dois meses de prazo. Para o líder do governo, Elizeu Mattos, ficou claro que há uma preocupação por parte do governador em resolver o impasse com os educadores.
— O pedido é que eles voltem às aulas para que as negociações continuem. É preciso ficar claro que não somos o governo. Não somos nós que vamos resolver essa situação — observou o deputado.
A justificativa do governo foi que a medida provisória (MP) que prevê alteração dos valores foi assinada pelo governador em exercício, Eduardo Pinho Moreira, quando a folha de maio já estava rodando e não era mais possível alterar. Apesar de já ter validade, líderes da base governista apostam em novas negociações antes de a MP ser votada.
De acordo com a assessoria da Secretaria de Estado da Educação (SED), os valores serão pagos em junho, retroativos a 23 de maio, data de assinatura da MP.
Enquanto isso, a medida continua tramitando na Assembleia Legislativa (AL). Ela não será retirada da votação, mas não há pressa para se fazer isso. A afirmação é do presidente da AL, Gelson Merísio.
— Ela já está valendo, mas não há pressa para votá-la. O prazo ainda pode ser estendido. É preciso negociar — ressaltou.
Isso é o que também defende o líder do PSDB, deputado Dado Cherem. Nesta terça-feira, líderes da base governista tomaram café da manhã com o governador Raimundo Colombo. No encontro, Colombo expôs a falta de dinheiro para atender a reivindicação dos professores, que querem a aplicação do piso para toda a carreira.
— A medida vai ser votada, mas isso não será feito a toque de caixa. Queremos que seja decidido o melhor para todos — observou Cherem.
A MP tem 60 dias para virar lei. Se achar necessário, o Estado pode pedir mais dois meses de prazo. Para o líder do governo, Elizeu Mattos, ficou claro que há uma preocupação por parte do governador em resolver o impasse com os educadores.
— O pedido é que eles voltem às aulas para que as negociações continuem. É preciso ficar claro que não somos o governo. Não somos nós que vamos resolver essa situação — observou o deputado.
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